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A G E N C I A D A A R T E

Abrangência

A Agência da Arte atuava no mercado de Pelotas desde 2005 a 2016, abrange diversas áreas das artes, divulgação, exposição e venda; na área publicitária, como design, criação de logomarcas, capas para livros, cds, dvds, encartes, folders, receituário, cardápios, etc... como diferencial a possibilidade na execução da fotografia publicitária para seus encartes, obtendo um trabalho único. Mantendo contatos na área de web design e design arquitetônico e mobiliário todos altamente capacitados e com um grande catálogo de clientes. Até 2014 ministrávamos aulas de pintura em tela.
Hoje por motivo de saúde mudamos para a cidade de Passo Fundo em local que está harmonizado com a natureza. Continua o projeto com pintura em tela, fotografia publicitária, design e criação.
Caso precisem de suporte nesta área, contate-nos por e-mail ou telefone que teremos o maior prazer de fazê-lo gratuitamente.

CONTATOS

Rejane Botelho

LINDO É INOVAR - COPIAR É UM MERO PERCALÇO

20/09/2008

20 Setembro

Esse é o meu Rio Grande!

créditos Rejane Botelho

PS. desculpem por não ter uma bandeira adequada

Aproveito para Homenagear João Simões Lopes Neto

Capítulo 18O Duelo dos Farrapos Já um ror de vezes tenho dito - e provo - que fui ordenança do meu general Bento Gonçalves. Este caso que vou contar pegou o começo no fim de 42, no Alegrete e foi acabar num 27 de fevereiro, daí dois anos, nas pontas do Sarandi, pras bandas e já pertinho de Santana. Foi assim. Tenho que contar pelo miúdo, pra se entender bem. Em agosto de 42, o general, que era o presidente da República Rio-Grandense - vancê desculpe... estou velho, mas inté hoje, quando falo na República dos Farrapos, tiro o meu chapéu!... - o general fez um papel, que chamavam-lhe - decreto - mandando ordens pr'uma eleição grande, para deputados; estes tais é que iam combinar as leis novas e cuidar de outras cousas que andavam meio à matroca, por causa da guerra. Em setembro houve a eleição; em outubro já se sabia quem eram os macotas votados, que eram quase todos os torenas que andavam na coxilha. O jornal do governo deu uma relação deles e dos votos que tiveram, que eu sabia, mas já esqueci. Por sinal que esse jornal chamava-se - Americano - e tinha na frente um versinho que saía sempre escrito e publicado e que era assim, se bem me lembro: "Pela Pátria viver, morrer por ela;Guerra fazer ao despotismo insano;A virtude seguir, calcar o vício;Eis o dever de um livre Americano". Em novembro, os deputados, que eram trinta e seis, mas que só se apresentaram vinte e dois, juntaram-se em assembléia; em dezembro, logo no dia um, foi então a cerimônia principal. O general foi em pessoa, como presidente, com a ministrada, os comandantes de corpos e outros topetudos, e aí fez uma - Fala - muito sisuda e compassada, que todos escuitaram quietos, só sacudindo a cabeça, como quem dizia que era mesmo como o general estava lendo no escrito. Uê!... e que pensa vancê?... Estava tudo na estica, sim senhor: fardas novas, bainhas de espada, alumiando; redingotes verdes ou azuis com botões amarelos, padres com as suas batinas saidinhas; um estadão! E famílias, muita moçada fachuda, povaréu, e até uma música. Eu e o outro ordenança, os dois, mui anchos, de gandola cobrada. Por esse entrementes, no Estado Oriental, andava gangolina grossa entre Oribe e Rivera, que eram os dois que queriam o penacho de manda-tudo. Volta e meia as partidas deles se pechavam e sempre havia entrevero. Ah! se vancê visse a indiada daquele tempo... cada gadelhudo... Ah! bom!... Mas, como quera, onde se encontrasse, a nossa gente entropilhava-se bem com a deles. E mesmo era ordem dos sup'riores. Quando íamos mal da vida, já pelas caronas, nos bandeávamos para o outro lado da linha; lá se churrasqueava, fazia-se uma volteada de potrada e voltávamos à carga, folheiritos no mais! O barão Caxias, que era o maioral dos caramurus, mordia-se com estas gauchadas. Mas tanto Oribe como Rivera nos codilhavam quando podiam, porquanto faziam também suas fosquinhas aos legais... apertavam o laço pra nós, mas afrouxavam a ilhapa pra eles... Vancê entende?... Pau de dois bicos!... - Mas, vá vancê escuitando. Rabo-de-saia é sempre precipício pros homens... Não vá vancê cuidar que no caso andou mulher botando fungu no coração de ninguém, não, senhor; a cousa foi muito outra, de alrifage... Naquele novembro de 42, quando os deputados foram-se ajuntando, de um a um, vindos de todos os rumos da província da República e havia na vila do Alegrete movimento de comitivas e piquetes, um dia, já à boquinha da noite, chegou uma carreta de campanha, mui bem toldada, com boiada gorda, e escoltada por um acompanhamento grande, de gente bem montada e armada. Chegou o combói e parou em meio da praça; e logo o que vinha de vaqueano cortou-se e foi apresentar o passe e outros papéis; e foi dizendo que a pessoa que vinha na caneta era uma senhora-dona viúva, que trazia ofício pra o governo e que era sobre uns gados que haviam sido arrebanhados e cavalhadas, e prejuízos e tal, e mais uma conversa por este teor e com mais voltas que um laço grande enrodilhado... Foi isso o que correu logo no redepente da curiosidade. Papéis foram que a tal dona trazia, que logo o general mandou chamar os deputados e os ministros e depois se trancaram todos numa sala grande; e depois despachou um capitão para ir buscar a figurona. E ela veio; e mal que chegou o general veio à porta, fez um rapapé rasgado e foi com ela pra tal sala onde estavam os outros. Se era linda a beldade!... Sim, senhor, dum gaúcho de gosto alçar na garupa e depois jurar que era Deus na terra!. E destorcida, e bem-falante; e olhava pra gente, como o sol olha pra água: atravessando! Dentro da sala, fechada, ia um vozerio dos homens; depois serenava; parece que eles estavam mussitando; e a voz da dona repenicava, hablando un castellano de mi flor! Lá pelas tantas levantaram o ajuntamento; o mesmo capitão foi levar a dona. E de manhã, nem carreta, nem boiada nem comitiva apareceram mais. Depois é que vim ao conhecimento que aquela figurona tinha vindo de emissária. Rivera era mais valente; Oribe era mais sorro: mas, os dois, matreiraços!... Agora, qual dos dois, pra disfarçar dos caramurus o chasque, mandou, em vez dum homem, aquela vivaracha, qual dos dois foi, não pude sondar. Era assunto encapotado... Depois desse dia começou a haver um zunzum mui manhoso contra o general. Não sei se era inveja, ou intrigas ou queixas ou ganas que alguns lhe tinham. As cousas foram-se parando embrulhadas na tal assembléia e uma feita, não sei por que chicos pleitos o general e o coronel Onofre Pires tiveram um desaguisado; o general deu as costas, num pouco caso e o coronel saiu, num rompante, batendo forte os saltos dos botins. Em 43 houve outra arrancada braba, foi quando mataram um Paulino Fontoura, que era um pesado. Houve outro bate-barbas entre o general e o coronel Onofre, que era mui esquentado e cosquilhoso. Mas logo os chefes todos se desparramaram, porque o barão Caxias andava na estrada, levantando polvadeira. E brigou-se! Em S. Gabriel, na Vacaria, em Ponche Verde, no Rincão dos Touros. O governo tinha saído do Alegrete e estava outra vez em Piratinim; aí por perto peleou-se, e no Arroio Grande, em Jaguarão, nas Missões, sobre o Quaraim, em Canguçu, em Pai Passo. Que ano que bebeu sangue, esse! E quando o exército se amontoou todo, pra lá do Ibicuí e depois foi estendendo marcha, houve um conelho grande de oficiais; e aí se falou outra vez na emissária, a fulana, aquela da carreta, no Alegrete. Aí, então, os dois galões-largos se contrapontearam outra vez. A gente como eu é bicho bruto e os graúdos não dão confiança de explicar as cousas, por isso é que eu não sei muitas delas: tenência não me faltava; mas como é que eu ia saber as de adentro dos segredos?... Já sobre o Garupá - vancê não conhece? são os campos mais bonitos do mundo! - aí os homens se cartearam. Então já era o ano 44. O coronel escreveu barbaridades; o general respondeu com aquele jeito dele, sisudo. E quando foi no dia 27 de fevereiro o general me chamou e mandou que eu fosse levando pela rédea, para a restinga, os dois cavalos que estavam atados debaixo dum espinilho; era um picaço grande e um cobrado. Fui andando; lá longe ia descendo um vulto, atrás de mim vinha outro. E devagarinho, como quem vai mui descansado da sua vida, os dois. Ah! esqueci de dizer a vancê que atravessado debaixo da sobrecincha de cada flete, vinha uma espada. Reparando, vi que as duas eram iguais, de copo fechado e folha grande, das espadas de roca, que só mesmo pulso de homem podia florear. E quando parei e os dois vultos se chegaram, conheci que eram o meu general e o coronel Onofre. E desarmados... Mas como chegaram, cada um despiu a farda, que botou em cima dos pelegos e desembainhou a espada que vinha. O cobrado era do coronel; o picaço, do general. Então o general deu ordem: - Espera aí, com os cavalos! E o coronel também: - Bombeia; se chegar alguém, assobia! E rodearam a restinga, para o outro lado. Então é que entendi a marosca: eles iam tirar uma tora, dessas que não se fira duas vezes entre os mesmos ferros... Maneei os mancarrões e com um olho no padre, outro na missa, por entre as ramas da restinga, fui espiar a peleia. Estavam já, frente a frente, de corpo quadrado. O sol dava a meio, para os dois. O general Bento Gonçalves era sacudido no jogo da espada preta; meneava o ferro, que chispava na luz, como uma fita de espelho; o coronel Onofre parava os botes e respondia no tempo, mas com tanta força que a espada assobiava no coriscar. Nisto o general pulou pra trás, fincou a espada no chão e pegou a tirar o tacão da bota, que se despregara. O coronel encruzou os braços, e a espada dele ficou dependurada da mão, como dum prego. Pra um que quisesse aproveitar... Mas qual... aqueles não eram gente disso, não? E cruzaram, de novo. Em cima da minha cabeça um sabiá pegou a cantar... e era tão desconchavado aquele canto que chora no coração da gente, com aqueles talhos que cortavam o ar, que eu, que já tinha lanhado muito cristão caramuru, eu mesmo, fiquei, sem saber como, com os olhos nos peleadores, os ouvidos no sabiá, mas o pensamento andejando... nos pagos, no meu padrinho, no Jesu-Cristo do oratório da minha mãe... Os ferros iam tinindo, E nisto, o coronel deu um -ah! - furioso, caiu-lhe da mão a espada... e a sangueira coloreou pelo braço abaixo, desarmado, entregue!... Pra um que quisesse aproveitar... Mas qual! aqueles não eram gente disso, não! O general tornou a cravar a espada na terra e veio ao ferido com bom jeito. Pegou o braço, viu o ferimento; e com um lenço grande que levantou do chão, do lado do chapéu, atilhou o talho para estancar o sangue. O outro, calado, nem gemia. Depois o general tornou a pegar da espada, fez uma inclinação de cabeça ao coronel e caminhou pra cá... Foi o quanto eu me atirei pra trás e me acoc'rei perto dos cavalos. Vestiu a farda, embainhou a espada e montou. Então me disse: - Agora vem gente, que eu vou mandar. Não te movas daí, antes. E deu de rédea, a galope, para o acampamento. E no silêncio que ficou, só ficou balançando no ar o canto do sabiá, na restinga: do outro lado, o sangue do coronel, pingando nos capins; deste lado, eu, sabendo, mas não podendo me intrometer... - Agora veja vancê se não foi mesmo o fungu daquela tal dona - emissária dum dos dois sorros castelhanos - que veio transtornar tanta amizade dos farrapos?... Ela só não pôde foi mudar o preceito de honra deles: brigavam, de morte, mas como guascas de lei: leais, sempre! Pois não viu, naquelas duas vezes?... Pra um que quisesse aproveitar... E creia vancê, que lhe rezei este rosário sem falha duma conta, apesar de já sentir a memória mais esburacada que poncho de calavera... Pois faz tanto ano!...

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Regulamento Concurso


1° Concurso de Pintura em Tela – 2007
“Valorização do Artista Local"

REGULAMENTO

1. Objetivos
1.1 - Estimular a produção de artistas locais.
1.2 - Divulgar novas obras e novos valores da Pintura local.

2. Realização
2.1 – O 1º Concurso Municipal de Pintura, 2007 “Valorização do Artista Local” é instituído e organizado pelo Ateliê Agência da Arte e Loja Opção. Seu período de vigência é do dia 01 de Outubro, com previsão de término, para o mês de Dezembro de 2007.

3. Inscrição
3.1 – Para participar o artista deve ser residente há mais de três anos na cidade de Pelotas, ser maior de 18 anos e criar suas obras em um ou mais dos seguintes temas:
3.1.1 – Natureza
3.1.2 – Humano
3.1.3 – Abstrato
3.2 – Cada artista poderá inscrever uma única obra em cada tema, podendo inscrever no máximo 3 obras, cada uma em um tema diferente.
3.3 – As obras deverão ter tamanho máximo de 1.80cm x 1.80cm mínimo de 0.50cm x 0.50cm, utilizando as técnicas acrílicas e óleo sobre tela. Não podendo exceder o tamanho e estando dentro dos temas propostos.
3.4 – As obras não poderão estar assinadas, em seu verso deverá constar o nome do artista, técnica utilizada e título.
3.5 – A inscrição será feita no Ateliê Agência da Arte, o formulário poderá ser retirado no ateliê ou Loja Opção, podendo ser impresso pela Internet no Blog: www.agenciadaarte.blogspot.com/. É imprescindível o completo preenchimento do formulário. Só serão aceitas fichas de inscrição assinadas pelo artista ou pelo procurador, através de documento específico.
3.6 – Ao realizar o pagamento da inscrição conforme as instruções do regulamento, o artista deverá entregar junto foto da obra inscrita no tamanho de 10 x 15 cm e um cd contendo a obra e o portfólio do artista, pagando uma taxa de colaboração de R$ 10,00 (dez reais) por obra inscrita.
3.7 - A Comissão Organizadora do Primeiro Concurso de Pintura em Tela- 2007, “Valorização do Artista Local” rejeitará inscrições que não estejam de acordo com os termos deste Regulamento.
3.8 - Todo o material de inscrição dos artistas não será devolvido. As obras selecionadas poderão ser retiradas pós-compromissos deste concurso.
3.9 - Os artistas inscritos e selecionados deverão receber pessoalmente sua premiação em local a ser posteriormente divulgado.
3.10 – Inscrições de 1º a 19 de outubro de 2007.

4. Seleção e Exposição
4.1 – A seleção das obras será realizada nas seguintes etapas:

Primeira Etapa de Seleção:
Na primeira etapa, serão escolhidas através das fotos, trinta (30) obras das inscritas. As obras selecionadas nessa etapa deverão ser encaminhadas pelo artista ao endereço a Rua Padre Anchieta, 3051 na data de 03 a 07 de dezembro de 2007, nessa etapa somente será divulgado o título e o número de inscrição da obra. O artista será responsável por informar-se da seleção nas Lojas Opção ou no Ateliê Agência da Arte. A divulgação será realizada no Jornal Diário da Manhã e no Blog da Agência da Arte.

Segunda Etapa de Seleção:
Das selecionadas por fotos a Comissão de Seleção composta por número ímpar de jurados, escolherá os três primeiros lugares, quando será lavrada a ata da sessão, na qual estarão fundamentados os seguintes critérios.
a)A seleção das obras será feita, em primeira análise, através das temáticas propostas e técnicas apresentadas;
b)Serão atribuídas notas de 1 a 10.
c)Os autores das obras com as três melhores notas receberam premiações de primeiro, segundo e terceiro lugares;
d)Após a entrega da premiação o resultado será divulgado pelo Jornal Diário da Manhã, mídia radiofônica, pelo Blog da Agência da Arte e parceiros.

Terceira Etapa de Seleção:
a)As obras não premiadas com os três primeiros lugares serão expostas no blog da Agência da Arte que também serão submetidas a júri popular.
b)A obra que obtiver a maior pontuação será exposta juntamente com as premiadas no dia 14 de dezembro de 2007.
c)Para participar dessa escolha, o internauta deverá entrar no Blog da Agência da Arte, onde terá as informações necessárias.


Resumo
a)Em primeira análise serão selecionas 30 obras,
b)As três primeiras serão premiadas, escolhidas pela Comissão de Seleção;
c)Das vinte e sete obras restantes, serão submetidas a júri popular, através de votação pelo Blog do Ateliê da Agência da Arte, a obra que maior votação tiver irá participar da exposição juntamente com as obras premiadas;
d)Os resultados serão divulgados após as premiações no Blog www.agenciadaarte.blogspot.com, no Jornal Diário da Manhã, mídia radiofônica e nossos parceiros.

4.2 – Somente serão expostas as obras premiadas e a selecionada, não sendo permitidas substituições ou modificações após a seleção.
4.3 – As obras que não estiverem com todos os dados informados na ficha de inscrição serão automaticamente desclassificadas.

5. Premiações
5.1 – A Loja Opção e o Ateliê Agência da Arte, através do 1º Concurso de Pintura em Tela, 2007 – “Valorização do Artista Local”, conferirá prêmios.
5.2 – A premiação será a seguinte:
Primeiro Lugar – R$ 400,00 (quatrocentos reais)
Segundo Lugar – Kit Iniciação a Pintura (3 telas, 16 bisnagas de tinta 20ml cada, 6 pincéis chatos, 01 pincel redondo, 2 tubos de Ecosolve, palheta e 01 cavalete de mesa)
Terceiro Lugar – Um cavalete e um banco de pintura.
Seleção na Internet - A obra com maior pontuação recebida pelo júri popular será exposta com as obras premiadas e receberá do ateliê Agência da Arte aulas de iniciação a Pintura Óleo Sobre Tela.
5.3 – Os três artistas premiados e o artista selecionado pelo júri popular receberão certificados.
5.4 – Os prêmios serão entregues na sede, da Loja Opção em Pelotas, pela Comissão de Seleção e Comissão Organizadora, mediante assinatura de recibo devidamente identificado.
5.5 – A principio a data de premiação e divulgação será no dia 14 de dezembro na Loja Opção da Rua XV de Novembro, número 562 . Caso tenhamos algum imprevisto de troca de datas comunicaremos aos participantes por e-mail ou correspondência.

6. Transporte
6.1 – As obras selecionadas deverão estar acondicionadas em embalagem como papelão ou plástico bolha, ficando os organizadores isentos de eventuais sinistros.
6.2 – O transporte das obras selecionadas para exposição será feito pelos organizadores.
6.3 – Os artistas terão um prazo de 7 dias após encerramento das exposições para retirarem suas obras, caso não o façam a obra ficará como acervo do ateliê.

7. Montagem
7.1 – Caberá a comissão organizadora do evento.
7.2 – Obras que eventualmente tenham sido danificadas durante o transporte para a exposição só serão expostas se o artista responsável por ela fizer o restauro em tempo hábil e com cobertura das despesas.

8. Disposições Finais
8.1 – As telas selecionadas e expostas não poderão ser retiradas pelos artistas até o término das exposições.
8.2 – Ao Ateliê Agência da Arte e Loja Opção em Pelotas, reservam-se o direito de publicar imagens das obras e de se pronunciarem por qualquer forma ou processo, em conjunto ou separados, sem ônus ou pagamentos, a qualquer tempo, desde que citados os autores.
8.3 – A inscrição no Concurso implicará aceitação tácita de todas as normas expressas neste Regulamento, não cabendo recurso às decisões da Comissão de Seleção do Concurso de Pintura em Tela, 2007 “Valorização do Artista Local”.
8.4 – Os casos omissos serão resolvidos pelos representantes do Ateliê Agência da Arte Loja Opção de Pelotas.
8.5 – Fica a cargo do artista o seguro referente à obra selecionada.
8.6 – Não caberá nenhum ressarcimento a danos ou quaisquer outros comprometimentos a obra, ficando a cargo do artista as responsabilidades.
8.7 – Cabe aos organizadores o direito de uso de imagem das obras selecionadas e seus autores para qualquer divulgação.
8.8 – Os artistas inscritos e selecionados deverão cumprir rigorosamente com as datas deste Regulamento, no caso do não cumprimento fica excluído de qualquer da participação deste Concurso.
8.9 - Dúvidas com relação a este Regulamento poderão ser esclarecidas por meio do telefone (53) 9105-1159 ou pelo e-mail agenciadaarte@gmail.com
REALIZAÇÃO
Ateliê Agência da Arte – Rua Padre Anchieta, 3051 – 96015-420 – cel. (53) 9105.1159 - PELOTAS

Opção – Rua XV de Novembro, 562 – fone (53) 3222.0896 - Pelotas

Arte

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